Archive for the 'Datas' Category

19
nov
10

Símbolo da terra

Aqui, dados muito completos sobre a nossa Bandeira.
E Bilac – “apenas” Bilac – se encarregou da letra do seu Hino.
© Cartas de Tiro
18
nov
10

Calvin, 1/4 de século!

Claro que não é preciso falar muita coisa sobre o Calvin.

Quando ele se expressa, o faz, em geral, com precisão cirúrgica.

Só nos resta agradecer a Bill Waterson.

Em homenagem aos 25 anos do garoto, uma de suas pérolas (diretamente do @FrasesDoCalvin), cujo conteúdo é perene:

© Cartas de Tiro

11
set
10

Início do milênio

Carlos Latuff

© Cartas de Tiro

25
ago
10

Oitenta!

Sir Sean Connery é… Bem… não encontro palavras.

Eterno talvez seja um termo adequado.

Aqui, alguns dados sobre o homem.

Aqui, o site ofícial do Cavaleiro.

© Cartas de Tiro

12
jun
10

Amor incondicional

Não é preciso falar muito mais qualquer coisa.

Amor.

(A canção: “I don’t know how to love him” [informações em inglês])

© Cartas de Tiro

08
mar
10

O que penso de todas vocês

Tomando emprestada a idéia de Vinicius, vocês, mulheres, na sua incalculável imperfeição, são a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação inumerável.

A minha admiração por vocês é absoluta.

E hoje é apenas a coroação dos outros 364 dias do ano, que são todos e sempre seus.

Rosa (Pixinguinha/Otavio de Souza)

Tu és, divina e graciosa
Estátua majestosa do amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor
Da alma da mais linda flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor
Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
Teu coração junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rósea cruz
Do arfante peito seu

Tu és a forma ideal
Estátua magistral oh alma perenal
Do meu primeiro amor, sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração sepultas um amor
O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo resplendor da santa natureza

Perdão, se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh flor meu peito não resiste
Oh meu Deus o quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia
Ao pé do altar
Jurar, aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção da tua gratidão
Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer
“.

© Cartas de Tiro

21
dez
09

Um palestino

[palestina+vencerá.jpg]

Aproveito a imagem – em tudo significativa – para desejar a vocês, amigas e amigos do blog (que comentam ou apenas visitam) hoje, em 2010 e sempre, tudo o que de melhor possa existir neste mundo muito louco.

Verdadeiramente, vocês me tornam uma pessoa mais feliz. Muito obrigado!

Informo também que o blog entrará num justo recesso. E que retornará à ativa a partir de 4/1.

Até lá.

Beijo forte pra vocês, indistintamente! Feliz Natal!

© Cartas de Tiro




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