Aproveito a imagem – em tudo significativa – para desejar a vocês, amigas e amigos do blog (que comentam ou apenas visitam) hoje, em 2010 e sempre, tudo o que de melhor possa existir neste mundo muito louco.
Verdadeiramente, vocês me tornam uma pessoa mais feliz. Muito obrigado!
Informo também que o blog entrará num justo recesso. E que retornará à ativa a partir de 4/1.
Até lá.
Beijo forte pra vocês, indistintamente! Feliz Natal!
“The very thought of you and I forget to do
The little ordinary things that everyone ought to do
I’m living in a kind of daydream
I’m happy as a king
And foolish though it may seem
To me that’s everything
The mere idea of you, the longing here for you
You’ll never know how slow the moments go till I’m near you
I see your face in every flower
Your eyes in stars above
It’s just the thought of you
The very thought of you, my love
I see your face in every flower
Your eyes in stars above
It’s just the thought of you
The very thought of you, my love“.
“Nova York, 22 jun (EFE) – Um total de 15 desenhos inéditos com os quais o artista espanhol Salvador Dalí pagava as contas de um dermatologista que o tratava desde 1972 serão expostos entre 27 de junho e 9 de agosto na Universidade de Búfalo, Nova York.
Hoje faz 65 anos que Chico Buarque de Hollanda veio ao mundo.
Trata-se de um gênio.
Aqui, uma de suas mais belas canções, composta em parceria com Ruy Guerra: ”Fado Tropical”, do disco “Chico Canta” (1973). Os “versos” são magistralmente declamados por Ruy.
A mensagem do que ainda não aconteceu – infelizmente.
“Oh, musa do meu fado
Oh, minha mãe gentil
Te deixo consternado
No primeiro abril
Mas não sê tão ingrata
Não esquece quem te amou
E em tua densa mata
Se perdeu e se encontrou
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal
‘Sabe, no fundo eu sou um sentimental
Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dosagem de lirismo (além da sífilis, é claro)*
Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar, trucidar
Meu coração fecha os olhos e sinceramente chora…’
Com avencas na caatinga
Alecrins no canavial
Licores na moringa
Um vinho tropical
E a linda mulata
Com rendas do alentejo
De quem numa bravata
Arrebata um beijo
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal
‘Meu coração tem um sereno jeito
E as minhas mãos o golpe duro e presto
De tal maneira que, depois de feito
Desencontrado, eu mesmo me contesto
Se trago as mãos distantes do meu peito
É que há distância entre intenção e gesto
E se o meu coração nas mãos estreito
Me assombra a súbita impressão de incesto
Quando me encontro no calor da luta
Ostento a aguda empunhadora à proa
Mas meu peito se desabotoa
E se a sentença se anuncia bruta
Mais que depressa a mão cega executa
Pois que senão o coração perdoa’
Guitarras e sanfonas
Jasmins, coqueiros, fontes
Sardinhas, mandioca
Num suave azulejo
E o rio Amazonas
Que corre trás-os-montes
E numa pororoca
Deságua no Tejo
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um império colonial“.
Há anos atrás, no bom e velho “Cine Bijou”, cinema que funcionava no centro da Paulicéia, assisti a um filme que me marcaria definitivamente dali até esta parte: “Sacco & Vanzetti” (a película estava, àquela altura, proibida no país pelos senhores do golpe militar de 1964).
É certo que noutro momento pode-se discutir acerca do anticomunismo visceral que assolava os EUA dos anos 20 e que levou os dois imigrantes italianos mencionados à morte na cadeira elétrica, o que se constituiu num dos mais evidenciados erros judiciais do século XX. A acusação: duplo homicídio. O ”crime cometido”, na realidade: o fato de serem anarquistas.
Nicola Sacco e Bartolomeu Vanzetti
Em 24 de maio de 1921 (há exatos 88 anos), o julgamento de ambos teve início. Já em 14 de julho do mesmo ano foram condenados à pena capital, num processo marcado com as digitais da farsa. Depois de longos e torturantes anos, precisamente na madrugada do dia 22 para 23 de agosto de 1927, a sentença foi definitivamente aplicada, mesmo diante dos milhares que foram às ruas de todo o mundo protestarem pela anulação da sentença, durante esses seis anos.
É muito interessante verificar o que dizia a “Folha da Manhã” do dia 22/8/1927.
Uma história para não se esquecer.
Por ora, o que mais interessa, creio, é a indicação para que todos vejam essa preciosidade – está disponível em DVD para locação (mas, parece, fora de catálogo para aquisição), em edição histórica repleta de extras (tenho um exemplar, claro) –, verdadeiro marco do cinema político italiano da década de 70, dirigido por Giuliano Montaldo. O elenco: Gian Maria Volonté, Ricardo Cucciolla (vencedor do prêmio de melhor ator em 1971, em Cannes) e Rosanna Fratello. A canção, digamos principal, é interpretada por Joan Baez, com trilha sonora composta por ninguém menos do que Ennio Morricone.
RT @porcopedia: Camisa do Guarani e da Lusa desse ano são mto feias. As duas da Lupo. Será que a filha do Dunga desenha os uniformes da ... 1 month ago
kkk Ñ sei quem é ela,vale pelo Palestra RT @porcopedia:"do you wanna touch me"da Joana Jeta lembrou Palmeiras no 2otempo. Parece q falta gás 1 month ago
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